Arquidiocese de Juiz de Fora

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Paróquia Bom Pastor comemora 50 anos

Com Igreja cheia, a Paróquia Bom Pastor comemorou 50 anos de existência. A missa foi presidida por Dom Gil Antônio Moreira e contou com a presença de padres arquidiocesanos, principalmente daqueles que já atuaram no local. Também participou da celebração Pe. Hilário Canal, SVD, representando os verbitas (primeiros a trabalharem na paróquia) e quatro sacerdotes da Diocese de Jundiaí, onde Dom Gil já atuou como bispo.

Para o arcebispo, celebrar jubileu de ouro da Paróquia Bom Pastor representa uma vitória para arquidiocese. “A Paróquia progrediu em organização, evangelização, nos serviços de pastorais e aos pobres. Muitas missões foram cumpridas e isso significa muito”, disse. Dom Gil lembrou ainda que o aniversário é momento de agradecer por aqueles que trabalharam ou ainda trabalham na Paróquia.

“É uma alegria grande, como pároco  animar e coordenar as ações evangelizadoras para que a história continue”, resumiu o pároco, Pe. Luiz Carlos de Paula. Para ele, o Jubileu foi momento de agradecer o passado vivido, pedindo graças para a continuidade da caminhada.

A coordenadora da Comunidade Bom Pastor, Téa Beralda, também comemora o jubileu de ouro da Paróquia. Ela conta que sua família foi uma das fundadoras do local. “É uma alegria, muita emoção, chegar aos 50 anos de existência”, fala.

Celebração

Durante a missa, houve encenação da Parábola do Bom Pastor, que, segundo a Bíblia, larga todas suas ovelhas para buscar somente uma que está perdida. Homenagem à Nossa Senhora e entrada de 50 velas acesas fizeram parte da celebração.

Durante a homilia, Dom Gil lembrou a criação da Paróquia, na ainda Diocese de Juiz de Fora, dirigida por Dom Geraldo Penido. O arcebispo metropolitano falou sobre Jesus, o Bom Pastor, que, para ele, é “talvez uma das figuras mais carinhosas do Cristo presente na Bíblia”. O pastor acrescentou ainda que “Jesus é o Bom Pastor e o rebanho é a Igreja”.

Dom Gil disse também que a Paróquia é parcela da Igreja e que caminha junto aos outros para formar grande rebanho de Cristo. Ele acrescentou que a paróquia não é puramente terrena, mas também mística. “A Igreja terrena existe por causa da eterna e permanente, onde encontraremos com Deus”, concluiu.

Por fim, o arcebispo disse que é muito significativo a comemoração do jubileu no Ano Sinodal. Segundo ele, ambas celebrações são um esforço pela unidade da Igreja, para que todos caminhem juntos e descubram novas maneiras de construir a Igreja Particular de Juiz de Fora.


*Publicado em 04-11-10

 

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