Arquidiocese de Juiz de Fora

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Arquidiocese de Juiz de Fora

Especial Semana da Caridade: Movimento Fé e Luz - incluindo os deficientes

 

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*Emblema do movimento Fé e Luz

Os deficientes mentais e físicos também encontram espaço na Arquidiocese de Juiz de Fora. Na Paróquia Bom Pastor e na Paróquia Nossa Senhora de Fátima (Bairro Santa Cruz), essas pessoas ‘especiais’ se reúnem todo mês para partilhar a palavra de Deus e um lanche ou almoço. É o movimento ‘Fé e Luz’.

“Queremos envolver os especiais nos trabalhos da Igreja, mostrar que eles também têm valor”, ressalta a coordenadora do movimento na Paróquia Bom Pastor, Eteotonila Marques Gamarano. Segundo Eteotonila, o ‘Fé e Luz’ é uma família espiritual acolhedora, movida por oração. Além de deficientes, o grupo é composto por ‘amigos’ que se identificam com o movimento e auxiliam suas atividades.

No Bom Pastor, o movimento já existe há aproximadamente 20 anos, auxiliando a inclusão de centenas de deficientes. Atualmente participam 13 ‘especiais’ e seis ‘amigos’. Já na Paróquia Nossa Senhora de Fátima, o ‘Fé e luz’ tem acolhido pessoas, principalmente com doenças mentais, desde 1989. Atualmente são nove os ‘especiais’ e sete ‘amigos’.

Eteotonila passou a freqüentar o grupo há 15 anos para acompanhar a tia que é deficiente. “O ‘Fé e Luz’ fez com que ela vivesse mais feliz. Ela ama o movimento e fica doida para chegar o dia da reunião”, conta. Já a integrante do movimento no Bairro Santa Cruz, Ida Maria da Silva Sant’Ana participa desde a criação do grupo no local, junto com sua filha, uma ‘especial’. “O movimentou proporcionou um grande crescimento para mim”, relata.

Além dos encontros mensais, acontecem ainda pequenas viagens com intuito religioso. Os integrantes ‘especiais’ não têm nenhum custo com os passeios. O dinheiro é arrecadado por meio de um bazar e rifas de objetos doados, além de café da manhã beneficente*, duas vezes ao ano. Deficientes e familiares que estejam passando por dificuldades financeiras também são auxiliados pelo grupo, a partir das doações recebidas.

Os interessados em participar devem se dirigir ao salão da Igreja Bom Pastor, no primeiro domingo do mês, após a missa das 09h, quando acontece a reunião mensal. Já na Paróquia Santa Cruz, as pessoas deve-se ir à igreja no quarto domingo do mês, após a missa das 07h30, na matriz, também no horário do encontro mensal.

*O próximo café da manhã beneficente acontece no dia 13, domingo, no salão paroquial, após a missa das 07h30. O investimento é de R$ 2 e o convite pode ser adquirido na data e no local do evento.

Outras Informações:
Eteotonila Marques Gamarano: (32) 3234-5437
Paróquia Nossa Senhora de Fátima (Bairro Santa Cruz): (32) 3221-9469
Assessoria de Comunicação da Arquidiocese JF: (32) 3229-5450
*Publicado em 23/03/2011
 

Paróquia Bom Pastor comemora 50 anos

Com Igreja cheia, a Paróquia Bom Pastor comemorou 50 anos de existência. A missa foi presidida por Dom Gil Antônio Moreira e contou com a presença de padres arquidiocesanos, principalmente daqueles que já atuaram no local. Também participou da celebração Pe. Hilário Canal, SVD, representando os verbitas (primeiros a trabalharem na paróquia) e quatro sacerdotes da Diocese de Jundiaí, onde Dom Gil já atuou como bispo.

Para o arcebispo, celebrar jubileu de ouro da Paróquia Bom Pastor representa uma vitória para arquidiocese. “A Paróquia progrediu em organização, evangelização, nos serviços de pastorais e aos pobres. Muitas missões foram cumpridas e isso significa muito”, disse. Dom Gil lembrou ainda que o aniversário é momento de agradecer por aqueles que trabalharam ou ainda trabalham na Paróquia.

“É uma alegria grande, como pároco  animar e coordenar as ações evangelizadoras para que a história continue”, resumiu o pároco, Pe. Luiz Carlos de Paula. Para ele, o Jubileu foi momento de agradecer o passado vivido, pedindo graças para a continuidade da caminhada.

A coordenadora da Comunidade Bom Pastor, Téa Beralda, também comemora o jubileu de ouro da Paróquia. Ela conta que sua família foi uma das fundadoras do local. “É uma alegria, muita emoção, chegar aos 50 anos de existência”, fala.

Celebração

Durante a missa, houve encenação da Parábola do Bom Pastor, que, segundo a Bíblia, larga todas suas ovelhas para buscar somente uma que está perdida. Homenagem à Nossa Senhora e entrada de 50 velas acesas fizeram parte da celebração.

Durante a homilia, Dom Gil lembrou a criação da Paróquia, na ainda Diocese de Juiz de Fora, dirigida por Dom Geraldo Penido. O arcebispo metropolitano falou sobre Jesus, o Bom Pastor, que, para ele, é “talvez uma das figuras mais carinhosas do Cristo presente na Bíblia”. O pastor acrescentou ainda que “Jesus é o Bom Pastor e o rebanho é a Igreja”.

Dom Gil disse também que a Paróquia é parcela da Igreja e que caminha junto aos outros para formar grande rebanho de Cristo. Ele acrescentou que a paróquia não é puramente terrena, mas também mística. “A Igreja terrena existe por causa da eterna e permanente, onde encontraremos com Deus”, concluiu.

Por fim, o arcebispo disse que é muito significativo a comemoração do jubileu no Ano Sinodal. Segundo ele, ambas celebrações são um esforço pela unidade da Igreja, para que todos caminhem juntos e descubram novas maneiras de construir a Igreja Particular de Juiz de Fora.


*Publicado em 04-11-10

 

Divulgado tema do Dia Mundial das Comunicações 2011

*Com informações da CNBB

Foi revelado hoje, dia 29, pelo Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais, no Vaticano, o tema para o 45º Dia Mundial das Comunicações 2011. “Verdade, anúncio e autenticidade da vida na era digital” foi escolhido pelo papa Bento XVI. Ele deve divulgar o texto completo da mensagem no dia 24 de janeiro de 2011, na festa de São Francisco de Sales, patrono dos jornalistas.

Segundo o Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais, em seu comunicado oficial à imprensa, a comunicação deve ser entendida e centrada na pessoa humana que está no coração de todos os processos comunicativos. “Mesmo em uma era que é amplamente dominada e, por vezes condicionadas, pelas novas tecnologias, o valor do testemunho pessoal continua a ser essencial”.

O Pontifício Conselho pede que haja critérios baseados na verdade, principalmente pelos jornalistas católicos. “Para abordar a verdade e assumir a tarefa de compartilhar isso exige a ‘garantia’ de uma autenticidade de vida daqueles que trabalham na mídia, e especialmente dos jornalistas católicos, uma autenticidade de vida que não é menos necessária na era digital”.

Finalizando, o Pontifício Conselho pede a credibilidade na pessoa humana e não nas tecnologias. “A tecnologia, por si só, não pode estabelecer ou reforçar a credibilidade do comunicador, nem pode servir como uma fonte de valores que guia a comunicação. A verdade deve permanecer em um ponto firme e imutável de referência das novas mídias e o mundo digital, abrindo novos horizontes de informação e conhecimento”.

*Publicada em 29/09/2010

 

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